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Mídia Na América Latina Faz Conteúdo Em Inglês Para Aumentar Alcance

A ideia é que o portal tenha um layout diferenciado em cada tipo de tela, para que o leitor não precise ampliar o texto para conseguir ler o que está escrito quando acessar os conteúdos em dispositivos de telas menores. Os portais de notícias precisam ser responsivos, ou seja, se adaptarem a qualquer tipo de tela em que forem acessados. Uma pessoa que faz o acesso do site por meio de um celular ou de um tablet precisa ter uma experiência tão agradável quanto quem o faz por computadores. Uma notícia que traz um acidente de trânsito ou a cobertura de um evento, por exemplo, interessam apenas naquele momento em que o fato aconteceu.

E inscreva-se gratuitamente para receber MediaTalks em seu email, com notícias internacionais sobre jornalismo, plataformas digitais, informação e desinformação. A realidade é que, a quantidade de conteúdo digital produzido a cada minuto é brutal, e ganhar um espaço em destaque nos principais buscadores da internet, passou a ser um grande desafio. E, por isso, o SEO, conjunto de técnicas e operações digitais tem o objetivo de corrigir o modo de produção de conteúdo e alavancá-lo ao topo ou às primeiras páginas dos buscadores, como Google, Yahoo!

Seo No Jornalismo

Por essa razão, disse ele à LatAm Journalism Review, as organizações foram forçadas a “expressar nossos princípios diante da vulnerabilidade dos meios de comunicação no contexto digital, para que vejam como o valor informativo que geram é capitalizado por outros atores”. A LUKE Contents é uma agência de conteúdo que oferece a produção, a edição, o planejamento e a gestão para sua empresa, seus produtos ou serviços. Um curso gratuito de capacitação de comunicação com os principais nomes do jornalismo e empresas de tecnologia (fechamos parceria inédita com Google, LinkedIn, Twitter e Amazon Kindle) para formar uma rede de 200 colaboradores em cidades brasileiras.

Muito do material jornalístico encontrado é fruto da reprodução de conteúdo produzido por assessorias de imprensa, os chamados press releases. Não há nenhuma proibição quanto à reprodução de releases, visto que as assessorias produzem esses textos buscando espaço na mídia, ou seja, trabalham oferecendo esse conteúdo aos veículos de comunicação. O deputado Rui Falcão (PT-SP) apresentou nesta segunda-feira (23/8), na Câmara dos Deputados, projeto de lei que obriga as empresas proprietárias de plataformas de redes sociais e buscadores na internet a remunerarem, com percentuais do faturamento, jornalistas e empresas jornalísticas. A popularização da internet fez com que houvesse uma verdadeira revolução nos meios de comunicação tradicionais, de modo que a produção de conteúdo jornalístico precisou se adaptar a essa nova realidade. O conteúdo jornalístico em tempos de comunicação 2.0 precisa estar muito bem alinhado às tendências do marketing digital, caso contrário, perderá a atratividade em termos comerciais.

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Para isso, a remuneração será feita a partir de um sistema de royalties que se tornará lei ainda este ano. O objetivo, segundo o governo local, é proteger o Jornalismo independente praticado mundo afora. A assessoria de imprensa produz conteúdo que será divulgado nos meios de comunicação de maneira espontânea e o Tem Notícia é o canal da Oficina das Palavras que concentra todas as informações produzidas pela nossa equipe. Aqui, jornalistas podem encontrar pautas e mais conteúdo para suas matérias sobre diferentes áreas de atuação. O Viajar é Vida é um projeto de produção de conteúdo autoral sobre viagens, turismo e intercâmbio.

O Google afirma que esse grupo de publicações está sendo ampliado inclusive para mais países. Em seu texto, o Google afirma que para manter a confiança dos usuários na busca por informações, os resultados da Busca são determinados pela relevância – não por parcerias comerciais. “É por isso que não aceitamos que ninguém pague para ser incluído nos resultados orgânicos de busca”, continua a empresa.

Consequentemente, as problemáticas acabam por tornar-se generalistas e sem foco em cima do problema, limitando-as nas possíveis discussões sobre o assunto. No montante de matérias analisadas, “Geração de Energia” e “Construção de Hospital, Casas e Escolas” foram os pontos positivos mais apontados. Tanto a Folha de S.Paulo quanto o The Guardian, destacaram, respectivamente, duas e três vezes os pontos positivos da Usina. Já a segunda notícia traz como expressão “novo marco na Amazônia” ao se referir à Usina, sendo então, algo inovador para a Amazônia.

A TV Gazeta foi a primeira a utilizar equipamento para transmissão em cores e foi a primeira unidade de transmissão externa colorida do país. E não revolucionou apenas como emissora de televisão, mas também no esporte após produzir e gerar, em parceria com a Rede Globo, a primeira corrida de Fórmula 1 do país. Conteúdo em primeira mão Sendo uma afiliada da Rede Globo, considerada uma das maiores emissoras de TV do mundo, a TV Gazeta leva informações à todo estado de alagoas desde 1975. Ela pertence à Organização Arnon de Mello, grupo de comunicação aliado ao ex presidente da república Fernando Collor.

Notou-se que a Folha reproduziu opiniões fragmentadas e expôs informações ditas pelos povos indígenas a partir de leituras de documentos, relatórios ou falas indiretas, conforme ilustrado na Figura 6, a seguir, pela notícia publicada em 4 de novembro de 2020, na Folha de S.Paulo. Por meio de imagens, Costa mostra que acontecimentos em torno da Amazônia, que envolvem os povos indígenas, parecem com filmes de ação, ao utilizar técnicas e posições de câmeras que geram um iminente confronto indígena. Das matérias que não informaram a localidade , 88% são de veículos internacionais e 12% de nacionais. Foi no Rio de Janeiro a localidade de maior incidência de matérias produzidas , equivalente a 20% dos conteúdos.

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Setores de mídia na Alemanha, França e Espanha pressionaram a aprovação de leis nacionais de direitos autorais que obrigam o Google a pagar taxas de licenciamento quando publica trechos de seus artigos de notícias. No entanto, em 2019, a gigante de buscas parou de mostrar trechos de notícias de editores europeus nos resultados de pesquisa para seus usuários franceses. Já o maior editor de notícias da Alemanha, Axel Springer, permitiu que o mecanismo de busca executasse trechos de seus artigos após queda de tráfego nos sites. Uma pesquisa feita em 2019 na Austrália estimou que cerca de 3.000 empregos na área de Jornalismo foram perdidos no país nos últimos 10 anos. Uma das causas é que as empresas de mídia tradicional perderam boa parte de suas receitas de publicidade para o Google e o Facebook, que não pagaram nada pelo conteúdo de notícias.

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A começar pelo título e a palavra “invasão”, utilizada para o ato de protesto. Tal termo passa a ideia de que os povos indígenas estão onde não deveriam estar, de que o espaço em que a Hidrelétrica passa a ser construída não é originalmente deles. Mesmo sentimento de séculos atrás, em que os colonizadores chegaram e se intitularam descobridores e exploradores de uma terra já povoada.

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